Uma brainstórmica sessão na Arcádia do IEL, Unicamp, reunindo 75% do “conselho editorial”, promoveu um inigualável toró de palpites, dura peleja babélico-literata após a qual, sorridente e triunfante, emergiu o nome desta publicação que vos acariciará periodicamente com a fina flor da literatura. Que foi aprovado por aclamação.
World wide web — a fronteira final.
Estes são os hermenautas, argonautas da hermenêutica. Sua missão semanal: singrar os mares da literatura, entrevistando, resenhando e dando jabás para o bem-estar do ávido e erudito leitor. Trazer à baila novos (e velhos) autores, discussões emergentes ou empoadas, digressões inéditas e batidas ligadas ao mundo literário, as mais fantásticas criações que o meio ficcional pôde engendrar. Rumar com bravura para onde Jasão algum jamais esteve!
Não vão faltar cara feia, bico e, evidentemente, críticas. Mas, afinal, todos aqui queremos viver disso um dia.
Postscriptvm: só não fazemos psicanálise.

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