Archive for the 'Jabá' Category

Blue Bus, a informação em notas curtas pro seu dia a dia

Por Jacqueline Lafloufa

O Jába está aqui pra isso: pra te mostrar boas coisas pra ler no seu dia-a-dia.
E como a internet já virou rotina pra muita gente, aqui vai uma dica de site pra você se manter atualizado de forma rápida e informal: Blue Bus. Lá, você encontra notícias variadas, com um leve enfoque para a área de marketing e publicidade, mas com uma linguagem bem acessível para todos. Segundo os idealizadores do Blue Bus, a idéia é ser como um ônbus, ‘levar as pessoas aos lugares’, através de notas e tiradas para o dia a dia. O Blue Bus também conta sempre com a participação dos leitores, que enviam notícias e comentários que algumas vezes são publicados. No tráfego da web, vale muito pegar esse ônibus!


www.bluebus.com.br
Desde 1995 publicando notas curtas sobre quase tudo.

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Os primórdios dos Peanuts

No começo dos anos 50, as syndicates norte-americanas começaram a publicar a tirinha ‘Peanuts’, de Charles Schulz (no Brasil, o nome ficou ‘Minduim’).

Good ol’ Charlie Brown

O traço de Schulz, um pouco tosco e pobre em detalhes, ainda estava longe dos contornos marcantes de caracterização dos Peanuts, que foi delineando aos poucos. Um dos primeiros a surgir foi a famosa camisa em ziguezague de Charlie Brown.

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Vários dos personagens que hoje fazem a fama da ‘turma do Charlie Brown’ demoraram a aparecer — alguns estrearam ainda bebês, e foi preciso esperar crescerem um pouco para vermos suas manias, como a fixação de Schroeder com o piano. Mas Lucy e Linus já chegaram neuróticos!

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Clique nas figuras para vê-las maiores!

Suassuna micronacionalista

| Por Mateus Yuri Passos

Na continuação do Romance da Pedra do Reino, Ariano Suassuna usa o estranhamento do micronacionalismo de D. Pedro Dinis Quaderna como contraponto ao resgate dos assuntos que levaram à Revolução de 30 paraibana. Com direito a plágios heráldicos.

De Samuel, plagiei a forma do Escudo, a Esfera-armilar e a Cruz da Ordem de Cristo. De Clemente, copiei a Onça Vermelha, que ficou no centro do Escudo, com a Cruz em cima e a Esfera embaixo. Mas coloquei uma orla azul no escudo, para equilibrar, com ela, a cor vermelha da Onça.De modo que foi assim que foram criados os três escudos e as três bandeiras (…)

E foi assim, também, que, na madrugada do Sábado de Aleluia para o Domingo da Ressurreição de 1938, os três Escudos apareceram pendurados nas paredes da frente e as três bandeiras tremulando ao vento em nossos jardins, sendo então fundadas, na casa de Clemente, a República Popular do Brasil, comunista; na casa de Samuel, a aristocrática República Unitária do Brasil, integralista; e sendo restaurado, na minha, o Império do Brasil.

Da História d’O Rei Degolado nas caatingas do sertão – Ao Sol da Onça Caetana.


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Vida Acadêmica

Jabá, garimpando bons textos pra você ler

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